Arquivo de Canal dos usuários do CRE

Dorva Saibel leu : Disciplina na escola e comenta:

Achei muito proveitoso o artigo. Talvez por precaução da autora e além dos propósitos por ela definidos, o artigo não apresenta a interferencia nefasta dos dirigentes das escola que se impoem mediante uso de poder e outros instrumentos ameaçadores provocadores de insatisfações e intolerancias nos alunos.

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Ilza Brisola, leu o artigo: o conhecimento no construtivismo e comenta:

Apartir dos estudos da psicogênese da língua escrita, hoje sabemos que para a criança aprender a ler e a escrever, ela passa por um processo de construção do conhecimento. Ela elabora hipóteses que vão acompanhar por algum tempo, até se apropriar da escrita convencional.O professor tem que conhecer, saber o que o aluno sabe sobre a escrita para poder ajudá-lo a avançar na aprendizagem da escrita e da leitura. Prôpor atividades desafiadoras, que levem o aluno a pensar em como se faz, realizando sempre intervenções que possibilitem a criança a refletir.Gostei do texto, pois está de acordo com a concepção de ensino no qual trabalho.

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Alessandra Abreu, leu o artigo: A aprendizagem da leitura e escrita e pede:

Faço o curso de Pegagogia e sempre pesquiso sobre a linguagem da criança, por favor quem tiver alguns artigos gostaria que enviasse para mim!! Ficarei muito feliz,
Obrigada!

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Gyno Camolesi comentou sobre o artigo: Diversidade na sala de aula

Vejamos bem! Há uma infinidade de educadores, estudiosos, leigos, bem como diversos artigos, tratando sobre a necessidade de os Professores repensarem sobre suas práticas.
Em primeiro lugar, todos os estudos e artigos também não passam de mera transmissão de conhecimentos adquiridos ao longo dos tempos, que apenas se alternam quanto a forma de tratamento das idéias educacionais. Aliás, todos os artigos sequer inovam em termos de criatividade. São textos imensos, transmissivos, cansativos, de palavras confusas e às vezes inapropriadas, e que não atraem a leitura e compreensão, mas não têm muita coisa a adicionar. São somente idéias fragmentadas. Mas cadê a prática efetiva de tais idéias. Devemos então aguardar que tais educadores e doutores voltem à sala de aula. Daí podemos comprovar ou não que suas idéias são válidas. Mas até lá, blá blá blá blá.

Comentem!

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Nilcemar Costa comentou sobre o artigo:Teoria do desenvolvimento mental e problemas da educação

A leitura foi de grande excelência para evidenciar que Piaget coloca ênfase nos aspectos estruturais e nas leis de caráter universal ( de origem biológica) do desenvolvimento, enquanto Vygotsky destaca as contribuições da cultura, da interação social e a dimensão histórica do desenvolvimento mental. Logo conclui-se que Vygotsky destaca o papel do contexto histórico e cultural nos processos de desenvolvimento e aprendizagem, sendo chamado de sociointeracionista, e não apenas de interacionista como Piaget, deixando claro a teoria deles.

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Avaliação para que?

Cláudia Patrícia Silveira Sales, comentando o artigo: Avaliação para que?, escreve:
“Essa questão dsa avaliação é complicada, pois os grandes estudiosos da educação escrevem uma coisa mas para por em prática é complicado, pois temos regras e normas a cumprir, cada escola possui um regimento e uma forma de avaliar, nós professores somos cobrados o tempo todo pelas notas, simplesmente os alunos viraram meramente números e isso é triste e desanimador”.

Aguardamos comentários!

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O conhecimento no construtivismo

Joilma Trindade comenta o texto “O conhecimento no construtivismo”, publicado no site do CRE.
“Essa teoria proposta por Piaget não funciona com todos alunos. Por isso não concordo com essa forma de ensino. Alguns aprendem, outros ficam confusos.
Digo isso porque tenho dois filhos e os acompanho de perto. Uma teve um convívio com essa teoria e já está na 2ª série, o outro em processo de alfabetização está enfrentando muita dificuldade. Coloquei-o, agora, numa escola de ensino tradicional e ele já responde, em apenas duas semanas, com grande diferença.”

Caros colegas

A mãe que escreveu o comentário acima, parece ter concluído que o ensino tradicional apresenta melhores resultados do que um ensino baseado em teorias piagetianas, apesar de acreditar que ela funciona com alguns alunos.
Qual a opinião de vocês?
Será que os princípios da teoria de Piaget estavam sendo aplicados corretamente?
Será que podemos afirmar ser o ensino tradicional o melhor para todos os alunos?

Colegas, posicionem-se!

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A educação Pré-Escolar para Crianças com Necessidades Especiais- por Elaine Arruda

Elaine Arruda comenta:

“O citado artigo nos fala a cerca da inclusão, a qual tem sido um problema em nosso país, pois professores, sistema educacional não estão preparados para que haja a inclusão. Diante do exposto, acredito que o mínimo deve ser feito a cerca do tema citado, mínimo este que seria dar capacitações a professores e adequação no sistema de ensino, não só em termos físicos, contudo no próprio curriculo escolar, o qual está longe do objetivo da inclusão.”

Comentem, o assunto é polêmico!!!

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Mary Pires comenta o artigo: O uso do computador na escola

Em 15/08/2006 Mary comenta:

Em uma pesquisa que estamos realizando, descobrimos que em Uberlandia, nas escolas municipais, 25% dos alunos possuem computador e internet em casa. Estes alunos respondem com facilidade, tem criticas em relação ao ensino, fazem pesquisas na Internet sobre assuntos abordados ou a serem abordados em sala de aula. Exemplo: ciências, estudo do corpo humano. O professor ministra aula, e o aluno já tem informações adicionais da temática. O que quero dizer com isso, e que os professores precisam urgentemente buscar alternativas pedagogicas e redesenhar o metodo de dar aulas. Ele não é mais o único detentor do conhecimento. Nossas crianças, têm disponibilidade de tempo para pesquisar/ navegar na Internet e o professor que tem feito para melhorar? Ficar somente à espera do governo ou buscar independentemente uma nova modalidade de ensinar.

E aí amigos e colegas professores? O que têm a dizer sobre as idéias da Mary?

Vamos interagir um pouco mais?

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Manoel Valente Barbas comenta o artigo: Herbart

Apreciei o princípio de que a instrução é a única base da educação. Os nossos políticos ignoram esse princípio. Pregam em suas campanhas a “educação” sem ter o mínimo conhecimento do que seja , apenas por ouvir falar. Como os propagandistas contratados pelos políticos para arquitetarem suas campanhas aprendem em países estrangeiros, princnipalmente nos USA, onde educação é escolaridade, acham que dar escola para a população é educar. O caminho , no entanto, é bem mais longo. Tenho para mim que os três planos do desenvolvimento intelectual do indivíduo são: instrução (conheciento), educação (hábitos, comportamento, advindos do conhecimento, tanto que existe a má educação e a boa educação, dependendo do que o indivíduo aprendeu, pois o mecanismo é o mesmo que leva aos bons hábitos e aos maus hábitos. E a cultura que é coletiva, traduzida por ideais,sagração, consagração, culto. No entanto, os governos fazem, com o perdão da palavra, uma “salada” desses termos e dizendo que vão dar “educação” ao povo, acabam criando somente “analfabetos com diploma”!!! A campanha que deve ser feita é a de dar instrução aos governantes, senão…..!

Concordam ou discordam do Manoel? Comentem!

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