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Roni Hernandes comenta sobre O Trabalho em Equipe

O trabalho em equipe, um termo que se emprega com freqüência nas salas de aula, depende da organização e desenvolvimento das atividades que os professores mantenham.

Trabalhar em equipe é um modelo que vem sendo seguido e tem se modificado ao longo do tempo, agora se tem dado mais valor a aprendizagem cooperativa, isto é, um grupo de alunos trabalham em equipe e o resultado deste trabalho deve refletir que todos e cada um deles tenham trabalhado com a informação de igual maneira.

Sabemos que este seria o modelo ideal, porém quando o trabalho não foi recíproco, que fazer? Os professores devem orientar seus alunos a adquirirem destrezas sociais cooperativas que tenham como resultado a habilidade de trabalhar em grupo.

Alguns elementos dos grupos de aprendizagem cooperativa que os profissionais em psicologia educacional, entre outros, descobriram são:

trabalho cara a cara
interdependência positiva
responsabilidade individual
destrezas colaborativas
processamento grupal

Este conjunto de elementos evidencia que ainda que se trabalhe em equipe, a aprendizagem também é individual.

Do mesmo modo, existem alguns padrões para estabelecer os grupos cooperativos.

Faz-se o planejamento do tamanho do grupo, que varia de acordo com as metas de aprendizagem traçadas.

Se esta é para repassar ou praticar uma informação bastará que as equipes sejam pequenas, entre 4 a 6 alunos; enquanto se o propósito for debater, fomentar a participação e resolver problemas, então os grupos seriam de tamanho maior.

É indispensável que os professores vigiem os grupos para verificar se todos contribuem, participam e aprendem; da mesma maneira o professor destinará aos alunos diversas funções para apoiar a aprendizagem, funções tais como o fomento, a discussão, a chuva de idéias, sondagens e criatividade.

Entre outros modelos, estão também várias dinâmicas como, por exemplo: perguntas que seriam respondidas entre os alunos, repartindo em turnos aqueles que perguntam e os que respondem; isto pode ser feito mediante o uso de tiras de papel e assim todos participam dirigindo um diálogo e obtendo aprendizagem cooperativa.

A leitura prévia de um texto e depois a resolução de problemas e dúvidas, resumos e ao final uma correção que permitiria compartilhar com os outros alunos, também pode ser usada com proveito.

Cabe ainda indicar que tudo o que foi dito anteriormente não pode ser concretizado sem um planejamento e supervisão cuidadosa do professor e do grupo, e é um processo, pois nossos alunos não foram acostumados a trabalhar corretamente em grupos.

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Comentário sobre o artigo Convivência e Disciplina na escola, publicado no site do CRE

Ana Albuquerque escreveu:

“Acredito que um bom dialogo poderá ajudar a mudar situaçoes de indisciplina e que o atendimento individual aqueles alunos com problemas de socialização seja um caminho. E necessario que mais educadores acreditem e invistam no bom relacionamento com seus alunos. O conhecimento de técnicas de grupo e atividades lúdicas poderá transformar aulas monótonas em momentos de prazer em aprender. Sinto a necessidade de que todos os seguimentos da escola estejam atrelados num mesmo ideal de respeito ao educando e de um amplo apoio à construção dos seus saberes sem com isso exclui-los”.

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Comentário sobre o artigo Inteligência emocional na sala de aula, publicado no site do CRE

Sonia Maria de Carvalho escreveu:

“Gostei bastante do artigo, tenho pesquisado sobre o assunto, pois me interessa muito o gerenciamento da sala de aula pelo professor. Neste momento meu interesse é focado no professor pois penso que estamos numa fase de mudança da relação professor-aluno. O aluno atualmente é muito mais extrovertido, assertivo e mesmo exigente uma vez que sabe dos seus direitos e participação no processo de ensino. porém, não tenho percebido o professor preparado para aceitar este aluno, tenho visto alguns conflitos não resolvidos justamente porque o professor ainda vê seus alunos com olhos autocráticos. Penso que o professor precisa também trabalhar este aspecto e aprender, mas acho que ele ficou meio solitário neste aspecto. Não me refiro a maioria, até porque não tenho a pretensão de conhecer a maioria, apenas levanto a hipótese baseada em algumas observações”.

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Comentário sobre o artigo Avaliação Formativa, publicado no site do CRE

Diógenes escreveu:

“Avaliação formativa é mais um dos elementos do processo de ensino-aprendizagem , o qual permite conhecer melhor os resultados de nossas ações didáticas e, por conseguinte melhorá-las, além de não objetivar a classificação ou seleção. É importante que a avaliação contribua para o desenvolvimento das competências dos alunos, pode-se dizer que ela se converte em uma ferramenta pedagógica. Tradicionalmente o que se observa é o processo de avaliação reduzir-se a aprendizagem produzida nos alunos. A avaliação deve ser realizada sempre que possível em situações normais evitando, a exclusividade da rotina artificial das situações de provas, nas quais o aluno é somente classificado, abandonado-se tudo aquilo que foi realizado em sala de aula antes da prova. A observação registrada é de grande ajuda para o professor na realização de avaliação, além disso a informação sobre os resultados obtidos deve levar a um planejamento dos objetivos e conteúdos, das atividades didáticas, dos materiais utilizados e das variáveis envolvidas em sala de aula”.

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Uma opinião um tanto diferente sobre o artigo “Para melhor ensinar Matemática” publicado no CRE

Esse é mais um texto que tenta fazer do professor de matemática refem das teorias e modismos pedagógicos.Lembre-se A matemática e nos matemáticos não pagaremos tributo aos “educadores” e pedagogos. Existe um movimento forte de professores de exatas com o objetivo de se divorciar do pensamento pedagógico.

Colegas que são professores da área de exatas, vocês concordam com a opinião desta colega? Existe mesmo um movimento de tentativa de separação do pensamento pedagógico? Para vocês isso parece possível????????

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Antonio Rosa Filho leu o artigo: Reprovação:Não e comenta

Gostei muito do artigo do Prfessor Vitor, pois é exatamente ssim que penso a educação. Desde que iniciei minha carreira docente tenho “enfrentado ” o sistema ao dizer não à reprovação. Saber que alguém tão instruído como o Professor Vitor apoia minha teoria, de que com afetividade podemos estimular o desejo do aluno em estar em sala de aula , não pela obrigação de estudar imposta pelos pais,mercado de trabalho ou qualquer outra imposição social, mas pelo prazer deaprender “coisas novas” ao lado de um professor que seja mis amigo do que “grande sábio” detentor do saber,que será capaz de julgar seu desempenho discente por bases excludentes. Tenho percebido que o fato de nunca ter reprovado nenhum aluno em meu trabalho mostrou-se justificado, pois o sucesso acadêmico daqueles alunos considerados “problema” e pelo baixo rendimento “dignos” de reprovação têm surpreedido até os mais céticos e tradicionais professores. Tenho visto meus alunos aprovados nos mais diversos cusrsos superiores e técnicos inclusive federais ,os quais apresentam maior concorrência,penas para citar alguns aspectos observdos,já que,apaixonaado por eles ficaria horas defendendo-os e a minha prática pedagógica. Obrigado Professor Vitor por ser difernte tenho certeza que seus alunos têm-no em máximo grau de respeito, carinho e admiração. Gostaria de receber mais orientações que me apoem e que me auxiliem na elaborção de uma tese de mestado, pois é preciso mais do que coragem para que a voz do “rebelde” seja ouvida.

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Albertina Külhkamp Zeferino leu Vygotsky e a Educação e comenta:

Segundo o texto ” Assim, a escola é o lugar onde a intervenção pedagógica intencional desencadeia o processo ensino-aprendizagem.
O professor tem o papel explícito de interferir no processo, diferentemente de situações informais nas quais a criança aprende por imersão em um ambiente cultural. Portanto, é papel do docente provocar avanços nos alunos e isso se torna possível com sua interferência na zona proximal”. acredito que a intervenção pedagógica não é apenas o que o professor faz durante as atividades, enquanto que os alunos trabalham, mas também as decisões que toma antes e depois, em função do seu conhecimento sobre o que eles sabem e de suas observações sobre como procedem ao realizar as tarefas.
É importante considerar que a problematização é um dos mais relevantes tipos de intervenção, do ponto de vista pedagógico. Nesse tipo de situação, a atitude do professor é fundamental. A intervenção direta do professor durante as atividades, evidentemente, é condição para que os alunos avancem em sue conhecimentos. Entretanto , também a atividade proposta deve ser, em si, portadora de desafios: deve colocar um problema real de forma que, para tentar solucioná-lo, os alunos mobilizem tudo que já sabem sobre aquele conteúdo. sendo assim, não basta que a atividade seja interessante: ela precisa favorecer a construção e a utilização de conhecimentos. quanto mais a atividade estiver adequada ás necessidades de aprendizagem, e quanto mais criteriosamente planejados forem os agrupamentos, maiores serão as possibilidades de os alunos envoluírem em seu processo de aprendizagem, mesmo se não puderem contar a todo instante com a intervenção dirteta do professor.

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joao paulo comenta sobre o site:

horrivel, pior assunto que eu ja vi. eu fechava esse site.

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vera (verathan@ig.com.br) leu sobre Projetos e pede:

Eu, sou professora de séries iniciais pedagoga, e atulamente estou trabalhando em uma escola que trabalha com projetos dentro da teoria de ferndo hernndez, e tenho necessidade de entender esta proposta.Gostaria de receber e compartilhar minhas curiosidades com educadores atuantes ou não.

Vamos colaborar com ela?

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Djanira Pereira da Silva comenta sobre o artigo:Vocês tem que aprovar o meu filho!

Reprovar por que? A escola precisa ter um olhar diferente em relação ao ser individual na prática “humana e coletiva” não existe matéria mais ou menos importante, mas existem perdas significativas não somente para o processo ensino-aprendizagem, como também para a sociedade. Nenhum! Vivemos numa sociedade que impõe padrões e que nos faz exigências sociais e uma criança fracassada também se tornará adulto fracassado, com isso perde a sociedade.Não obtendo sucesso sai da escola e vai para onde? Para um mundo o qual também não lhe aceitará porque sem estudo como diz o ditado popular “não se consegue chegar a lugar algum”. O fracasso escolar vai além da sala de aula, pois, o individuo quando se sente fracassado em algo ou alguma coisa procura alternativa na sua vida para sair daquele estado que o está reprimindo, sendo assim, a criança quando se sente inferiorizada, não consegue avançar na escola procura uma saída e a alternativa é de conformismo do seu estado. Se a criança não se interesse por algumas matérias ela deve ser estimulada a gostar. Portanto não é a criança que deve refazer seus conceitos e sim os seus professores!

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