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Copiando, mas, citando a fonte, parte 2

Este é apenas um exemplo das imagens que podem ser criadas no Cartoon Doll Empórium, as opções são muitas, pessoas, animais, fábulas….
Além de ser divertido, ajuda a trabalhar a coordenação motora e é possível salvar as imagens criadas, o que possibilita o uso posterior para a criação de histórias, orais ou escritas.
Copiando, mas, citando a fonte!
Crianças, adolescentes e adultos costumam gostar de histórias em quadrinhos. Que tal trabalhar com elas com seus alunos e publicar os resultados? Eles mesmos podem colocar em seus blogs ou no blog da classe.
Ferramentas indicadas:
Toonlet - os personagem podem ser criados
Comiqs
Experimentar não dói! Tente!!!!!
Vamos visitar? Há sugestões muito valiosas para professores!
Visite:
O Blog: Leitura e Escrita na Escola
Um projeto de Informática Educativa
Navegando por esses endereços você vai descobrir muitos outros e verá que com um pouco de boa vontade e, é claro, infra-estrutura é possível usar as tecnologias disponíveis de modo mais criativo.
Um jogo educativo online
Conheça um bom jogo online para formação de palavras.
Ele testa o vocabulário propondo a construção de palavras a partir das letras disponíveis.
Visite o Letroca e descubra inúmeras possibildades para trabalhar com seus alunos.

Um jeito bem fácil de seus alunos contruirem um blog
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Professores, vamos aproveitar e usar o blog como ferramenta para trabalhar com seus alunos?
RELAÇÃO PEDAGÓGICA E DISTÂNCIA CULTURAIS
Para ler e refletir
“No grupo classe a responsabilidade do professor é: ensinar. Essa intenção de instruir obriga a uma estratégia ativa; obriga a buscar a interação e a construir uma relação, o mais positiva possível, mesmo com alunos que o desconcertam, o decepcionam, o incomodam ou simplesmente com os quais ele sente não ter qualquer afinidade. Por isso, deve tentar diminuir a distância existente entre ele e algumas crianças, uma distância provocada pelo conjunto de mal-entendidos, das rejeições, dos juízos de valor, dos rótulos desqualificadores, das diferenças não-aceitas que tornam a comunicação difícil, a relação conflituosa entre o professor e seus alunos.
A essa distância estatutária (o status de professor na sala) soma-se uma distância pessoal e cultural desigual, conforme os alunos. De onde ela vem?
Uma parcela importante dessa distância certamente vem do fato de que o professor tem um projeto a ser inculcado e, por conseguinte, espera do aluno disciplina, trabalho, atenção, esforços contínuos e, em definitivo, aprendizagens.
Essas expectativas criam uma tensão potencial, que se atualiza cada vez que o aluno resiste a elas e não as satisfaz”.
A educação que transforma
ARTIGO
Amarilio Macedo- empresário
A qualidade da educação que é oferecida aos brasileiros causa indignação. O baixo padrão educacional traz conseqüências nefastas a todos os aspectos da coletividade, solapando as bases da cidadania e inviabilizando o avanço da sociedade.
Politicamente, as deficiências na educação produzem vícios de comportamento, estimulam a dependência e a corrupção, consagrando a demagogia. No setor produtivo, tais deficiências provocam a baixa capacitação da mão-de-obra, a facilitação à sonegação de impostos e o desrespeito aos direitos trabalhistas, afetando a ética nos negócios e gerando a competição desleal.
A educação que transforma a sociedade estimula as aptidões cognitivas, forma a mentalidade social e fomenta a dignidade. Nada tem a ver com providências que apenas nutrem estatísticas.
A educação transformadora começa na qualificação dos educadores, que devem ser capacitados a estimular no outro a busca do conhecimento, a partir de si e de seu meio. Manter pessoas comprometidas com a educação, requer uma remuneração adequada, sem a qual se impõe aos profissionais imensa abnegação. Não se pode atrelar a educação de um povo a um exército de abnegados.
Promover a educação hoje implica em disponibilizar recursos tecnológicos a fim de facilitar o processo educacional e inserir a pessoa na situação de mercado mundialmente posta.
Sem considerar essas questões da educação verdadeira, as ações não têm compromisso com pessoas, nem com a sociedade.
Priorize-se a formação dos mestres, atraindo-os com bons e factíveis projetos e remunerando-os adequadamente, ponha-se a inclusão digital como suporte ao processo educativo e teremos razões para acreditar na viabilidade do desenvolvimento sustentado do país que, no dizer do nobel Amartya Sen, é o estágio em que os indivíduos têm oportunidade de fazer escolhas e de exercer a cidadania plena - possibilidade que está fora do alcance de quem não tem educação com qualidade.
Fonte: Jornal “O Povo”
Programa para criar histórias em quadrinhos
Um programa para criar histórias em quadrinhos (HQs) hagáquê.
Para obtê-lo e também o tutorial clique no link: http://www.emack.com.br/info/apostilas/hagaque/saiba_hagaque.php
Consulte também o site da Unicamp e veja os vídeos de demonstração.
O Hagáquê foi desenvolvido de modo a facilitar o processo de criação de uma história em quadrinhos por uma criança inexperiente no uso do computador, mas com recursos que não limitam a imaginação.
O erro na aprendizagem escolar
Sobre o erro:
“(…) Ao investirmos esforços na busca de um objetivo qualquer, podemos ser bem ou mal sucedidos. Aí não há erro, mas sucesso ou insucesso nos resultados de nossa ação.
No caso da aprendizagem escolar, pode ocorrer o erro na manifestação da conduta aprendida, uma vez que já se tenha o padrão do conhecimento, das habilidades ou das soluções a serem aprendidas. Quando um aluno, em uma prova ou em uma prática, manifesta não ter adquirido determinado conhecimento ou habilidade, por meio de uma conduta que não condiz com o padrão existente, então podemos dizer que ele errou. Cometeu um erro em relação ao padrão.”
“No caso da solução bem ou mal sucedida de uma busca, seja ela de investigação científica ou de solução prática de alguma necessidade, o ‘não-sucesso’ é, em primeiro lugar, um indicador de que ainda não se chegou à solução necessária e, em segundo lugar, a indicação de um modo de ‘como não se resolver’ essa determinada necessidade.
O fato de não se chegar à solução bem sucedida indica, no caso, o trampolim para um novo salto.
Não há por que ser castigado pelos outros ou por si mesmo em função de uma solução que não se deu de forma bem sucedida.
Há, sim, que se utilizar positivamente dela para avançar na busca da solução pretendida. Diz-se que Thomas Edison fez mais de mil experimentos para chegar ao bem-sucedido na descoberta da lâmpada incandescente.
Conta seu anedotário biográfico que, após muitos experimentos malsucedidos, um seu colaborador quis desistir do empreendimento e Edison teria comentado: ‘Por que desistir agora, se já sabemos muitos modos de como não fazer uma lâmpada? Estamos mais próximos de saber como fazer uma lâmpada.”
Fonte: LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. 6. ed. São Paulo: Cortez
