Arquivo de Educação e Governo

MEC vai elaborar políticas para alunos com dislexia

Uma boa notícia! Para acompanharmos!!!!

O Ministério da Educação (MEC) criou um grupo de trabalho para elaborar as políticas direcionadas a alunos com transtornos de aprendizagem, como a dislexia. O objetivo da comissão, segundo a assessoria de imprensa do MEC, é elaborar um documento com orientações para distúrbios como a dislexia, disortografia, disgrafia, discalculia, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade.

A comissão terá 120 dias para apresentar um documento com as orientações. Os professores da educação básica poderão recorrer a ele para atender alunos com transtornos de aprendizagem.

Para a coordenadora-geral da política pedagógica da educação especial do Ministério da educação, Rosângela Machado, a intenção é assegurar o direito de toda criança em aprender, independentemente de suas necessidades educacionais. “Queremos desmistificar idéias mal formadas sobre esse tipo de transtorno e definir diretrizes voltadas para as práticas educacionais”, disse.

Segundo a Associação Brasileira de Dislexia (ABD), a dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula e atinge entre 5% e 17% da população mundial.

A ABD define dislexia como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração. Em relação aos alunos com déficit de atenção, a Associação Brasileira de Déficit de Atenção (Abda) explica que eles apresentam sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.

A discalculia tem a ver com a dificuldade do aluno com operações matemáticas. A disgrafia se refere a problemas para escrever letras e números e a disortografia está ligada a confusões com as sílabas e troca de letras que se parecem sonoramente.

O grupo do MEC é formado por especialistas, associações de pais e alunos e entidades ligadas a transtornos funcionais.

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Escolas passarão a ter aulas de história afro e indígena

São Paulo - Os alunos do ensino fundamental e médio das escolas públicas e particulares do país passarão a ter aulas de história e cultura afro-brasileira e indígena.

A lei, que oficializa a nova disciplina, foi sancionada nesta terça-feira (11) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e passa a vigorar a partir de hoje, com a publicação no Diário Oficial da União.

Mas, segundo o MEC (Ministério da Educação ), a implementação nas instituições de ensino depende do desenvolvimento do material didático e da formação de professores para ministrar a nova matéria.

A legislação anterior previa a obrigatoriedade do ensino sobre história e cultura afro-brasileira. De acordo com o MEC, a proposta sancionada é também destacar a contribuição dos índios na formação
social, econômica e política brasileira.
Fonte: UOL

Qual sua opinião sobre a nova Lei? Comente…

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Lamento de Educador - por Rolando Boldrin

Será que o vídeo com Rolando Boldrin declamando a poesia “Sinto Vergonha de Mim”, de Cleyde Canton e Rui Barbosa, no programa Sr. Brasil da TV Cultura despertará em você sentimentos semelhantes aos que em mim foram despertados?

Acesse o link Video de Rolando Boldrin assista ao vídeo e verifique se concorda comigo:
Não quero sentir vergonha de ser educadora
. Desejo contribuir para a formação de pessoas conscientes, responsáveis, autônomas, sérias, capazes de formular críticas construtivas, comprometendo-se, simultaneamente, com o aperfeiçoamento da situação criticada, a fim de “não ver crescer a injustiça e agigantar-se o poder nas mãos dos maus”, para não “ter vergonha de ser honesto”.

Quero continuar a sentir orgulho da profissão docente!

Rolando Boldrim é um artista muito admirado.
Que estas palavras, em sua voz, nos inspirem a agir com sensatez na busca de soluções aos conflitos que, certamente, se apresentam em todos os setores da vida em sociedade.
Este poema nos inspira a transcender os problemas que denuncia, a não compactuar com a falta de coerência, de justiça, de retidão.

Você concorda? Está disposto a mobilizar forças suficientes para transformar tão antiga situação?

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A educação que transforma

ARTIGO
Amarilio Macedo- empresário

A qualidade da educação que é oferecida aos brasileiros causa indignação. O baixo padrão educacional traz conseqüências nefastas a todos os aspectos da coletividade, solapando as bases da cidadania e inviabilizando o avanço da sociedade.

Politicamente, as deficiências na educação produzem vícios de comportamento, estimulam a dependência e a corrupção, consagrando a demagogia. No setor produtivo, tais deficiências provocam a baixa capacitação da mão-de-obra, a facilitação à sonegação de impostos e o desrespeito aos direitos trabalhistas, afetando a ética nos negócios e gerando a competição desleal.

A educação que transforma a sociedade estimula as aptidões cognitivas, forma a mentalidade social e fomenta a dignidade. Nada tem a ver com providências que apenas nutrem estatísticas.

A educação transformadora começa na qualificação dos educadores, que devem ser capacitados a estimular no outro a busca do conhecimento, a partir de si e de seu meio. Manter pessoas comprometidas com a educação, requer uma remuneração adequada, sem a qual se impõe aos profissionais imensa abnegação. Não se pode atrelar a educação de um povo a um exército de abnegados.

Promover a educação hoje implica em disponibilizar recursos tecnológicos a fim de facilitar o processo educacional e inserir a pessoa na situação de mercado mundialmente posta.

Sem considerar essas questões da educação verdadeira, as ações não têm compromisso com pessoas, nem com a sociedade.

Priorize-se a formação dos mestres, atraindo-os com bons e factíveis projetos e remunerando-os adequadamente, ponha-se a inclusão digital como suporte ao processo educativo e teremos razões para acreditar na viabilidade do desenvolvimento sustentado do país que, no dizer do nobel Amartya Sen, é o estágio em que os indivíduos têm oportunidade de fazer escolhas e de exercer a cidadania plena - possibilidade que está fora do alcance de quem não tem educação com qualidade.

Fonte: Jornal “O Povo”

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Professora presta queixa contra aluna

Em vez de ir para a sala de aula, a professora de inglês Cínthia de Melo Marques, de 34 anos, foi para a delegacia ontem. Cínthia foi registrar queixa contra uma aluna de 14 anos, da 7ª série, que se recusou a sair da sala de aula e a atingiu com uma caneta ou lápis (ninguém soube precisar).

A confusão ocorreu ontem, por volta de 11h, na Escola Estadual Severo Honorato da Costa, no Pântano do Sul, em Florianópolis. A aluna também tem arranhões no braço. A mãe, que trabalha como empregada doméstica, disse que foi a professora quem a arranhou.

Cínthia fazia uma avaliação, enquanto a aluna conversava. A professora chamou a atenção da menina e disse que ela teria de sair da sala.

- Ela se recusou. Eu fui até ela, segurei no braço e falei para ela sair. Nesse momento, ela jogou o objeto em mim - contou a professora.

Cínthia foi atendida no posto de saúde do bairro e depois no hospital. Ela está usando um colírio, mas não tem cicatriz nos olhos. E garantiu que voltará às atividades de aula.

Há duas semanas, uma mãe de aluno procurou a direção da escola porque a mesma aluna estaria ameaçando bater em suas filhas. A mãe da adolescente, que trabalha o dia inteiro, pretende transferi-la de escola.

- Eu sei que minha filha errou e chamei a atenção dela. Mas ela chegou em casa com os braços arranhados. Uma professora não pode fazer isso - disse a mãe.

Cínthia negou ter arranhado a aluna. Educador há 28 anos, o diretor da escola, João Schmitt, disse que os pais precisam dar limites aos filhos desde criança para que isso não ocorra.

- Amor, atenção, tempo e limite. Não existe outro remédio para os nossos filhos - afirmou.

O diretor reconhece que a professora é ríspida, mas acredita que a adolescente precisa de algum tipo de acompanhamento psicológico, pois esse não é o primeiro caso de agressividade por parte dela na escola.

- No meu tempo, isso não acontecia. Hoje, os alunos perderam pequenos valores, como dizer com licença, desculpa e por favor. Limite deve ser imposto aos filhos desde pequenos.

Fonte: Diário Catarinense

O que você acha desta notícia? E do comportamento da professora? Concorda com ela? Deixe seu comentário!

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