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Educação Profissional de Nível Médio

Curso Técnico em Enfermagem - Curso Técnico em Enfermagem

Recebemos várias solicitações para indicarmos cursos profissionalizantes de nível médio. São pessoas que nos pedem indicações por confiarem no CRE.

Apesar de nossa empresa ter suas instalações em São Paulo, Capital, a instituição que nos franqueou suas portas, seu projeto pedagógico e nos demonstrou a existência de um canal de continuidade aos estudos de nível médio, foi o Colégio e Faculdades Torricelli, localizados em Guarulhos, SP.

Vimos, por exemplo, como o curso de Auxiliar e Técnico em Enfermagem é ministrado. Os alunos utilizam os laboratórios das Faculdades Torricelli, que possui moderníssimas instalações e equipamentos de primeira linha. Raras instituições de Ensino Médio podem oferecer a seus alunos condições tão ideais para posterior inserção no mercado de trabalho com sucesso.

Visitamos também os laboratórios dos outros cursos oferecidos: Contabilidade, Gestão Empresarial, Logística de Operações, Eletroeletrôncia, Informática, Turismo e Hotelaria e Gestão Empresarial, conversamos com os professores, com a Coordenação e Direção e constatamos que o diferencial da alta qualidade está presente em todos os cursos ofertados.

Aproveitem os que estão desejando uma verdadeira formação técnica, que posteriormente possa ser complementada com cursos de nível superior de igual qualidade, para tomar a decisão correta.

Pedimos desculpas pela demora em responder. Quisemos nos assegurar da existências dos parâmetros de qualidade que nos guia em nosso trabalho.

Para o 2° semestre de 2008 ainda restam algumas vagas.
Fone: (011) 2183- 8499

Visite o site. Clique aqui!

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Pelo veto ao projeto de cibercrimes - Em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento na Internet

O Azeredo,senador de Minas, elaborou um projeto de lei que faz da Internet um campo de espionagem da nossa vida (privada) digital.Gente que gosta da liberdade está assinando um petição contra mais este assalto à liberdade de dizer a própria palavra.

O blog do Sergio Amadeu explica muito bem do que trata o projeto e deixa bem claro que não tem a ver com a questão de pedofilia. Cliquem no link para saber mais.

diganao

Quem quiser assinar a petição direto na página apropriada, clique aqui.

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MEC vai elaborar políticas para alunos com dislexia

Uma boa notícia! Para acompanharmos!!!!

O Ministério da Educação (MEC) criou um grupo de trabalho para elaborar as políticas direcionadas a alunos com transtornos de aprendizagem, como a dislexia. O objetivo da comissão, segundo a assessoria de imprensa do MEC, é elaborar um documento com orientações para distúrbios como a dislexia, disortografia, disgrafia, discalculia, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade.

A comissão terá 120 dias para apresentar um documento com as orientações. Os professores da educação básica poderão recorrer a ele para atender alunos com transtornos de aprendizagem.

Para a coordenadora-geral da política pedagógica da educação especial do Ministério da educação, Rosângela Machado, a intenção é assegurar o direito de toda criança em aprender, independentemente de suas necessidades educacionais. “Queremos desmistificar idéias mal formadas sobre esse tipo de transtorno e definir diretrizes voltadas para as práticas educacionais”, disse.

Segundo a Associação Brasileira de Dislexia (ABD), a dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula e atinge entre 5% e 17% da população mundial.

A ABD define dislexia como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração. Em relação aos alunos com déficit de atenção, a Associação Brasileira de Déficit de Atenção (Abda) explica que eles apresentam sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.

A discalculia tem a ver com a dificuldade do aluno com operações matemáticas. A disgrafia se refere a problemas para escrever letras e números e a disortografia está ligada a confusões com as sílabas e troca de letras que se parecem sonoramente.

O grupo do MEC é formado por especialistas, associações de pais e alunos e entidades ligadas a transtornos funcionais.

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A educação que transforma

ARTIGO
Amarilio Macedo- empresário

A qualidade da educação que é oferecida aos brasileiros causa indignação. O baixo padrão educacional traz conseqüências nefastas a todos os aspectos da coletividade, solapando as bases da cidadania e inviabilizando o avanço da sociedade.

Politicamente, as deficiências na educação produzem vícios de comportamento, estimulam a dependência e a corrupção, consagrando a demagogia. No setor produtivo, tais deficiências provocam a baixa capacitação da mão-de-obra, a facilitação à sonegação de impostos e o desrespeito aos direitos trabalhistas, afetando a ética nos negócios e gerando a competição desleal.

A educação que transforma a sociedade estimula as aptidões cognitivas, forma a mentalidade social e fomenta a dignidade. Nada tem a ver com providências que apenas nutrem estatísticas.

A educação transformadora começa na qualificação dos educadores, que devem ser capacitados a estimular no outro a busca do conhecimento, a partir de si e de seu meio. Manter pessoas comprometidas com a educação, requer uma remuneração adequada, sem a qual se impõe aos profissionais imensa abnegação. Não se pode atrelar a educação de um povo a um exército de abnegados.

Promover a educação hoje implica em disponibilizar recursos tecnológicos a fim de facilitar o processo educacional e inserir a pessoa na situação de mercado mundialmente posta.

Sem considerar essas questões da educação verdadeira, as ações não têm compromisso com pessoas, nem com a sociedade.

Priorize-se a formação dos mestres, atraindo-os com bons e factíveis projetos e remunerando-os adequadamente, ponha-se a inclusão digital como suporte ao processo educativo e teremos razões para acreditar na viabilidade do desenvolvimento sustentado do país que, no dizer do nobel Amartya Sen, é o estágio em que os indivíduos têm oportunidade de fazer escolhas e de exercer a cidadania plena - possibilidade que está fora do alcance de quem não tem educação com qualidade.

Fonte: Jornal “O Povo”

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Educação deve formar bons questionadores

Artigo retirado do site Aprendiz, artigo de Karina Costa.

“Precisamos de uma educação que permita que crianças, jovens e adultos sejam transformados em bons questionadores e pesquisadores cheios de inquietações, e não apenas absorvam respostas prontas. Essa mudança cultural deve ser rápida senão os educadores continuarão com aulas obsoletas e alunos bocejantes”, defende o membro do Conselho Nacional de Educação, César Callegari. Para ele, a nova forma de pensar processos de aprendizagem é ter alunos e professores participativos e portadores de conhecimentos.

Para o especialista, não é possível falar de educação sem considerar a interação com as condições humanas e estruturais da escola. “A maior parte das crianças do país estuda em salas superlotadas. Não há projeto pedagógico que permita a um professor dar boas aulas em uma sala com mais de 45 alunos, o que acontece normalmente em muitas escolas públicas do país”, lembra. Ele revela ainda que os professores enfrentam uma jornada de trabalho extensa e mal sabem o nome dos alunos. Dão aulas diárias para mais de 600 estudantes, muitas vezes em territórios diferentes dos que freqüentam, ocasionando falta de vínculo com a realidade local.

“O livro é um material didático básico que ainda não chegou em todas as escolas do ensino médio. Todos os professores, por acaso, têm planejamento de aula ou, pelo menos, conhecem o plano de ensino da escola? É preciso primeiramente saber onde estão pisando e, depois, como e onde se quer chegar”, acredita.

Callegari lembra ainda que é complicado pensar em avanços tecnológicos e de conhecimento frente aos 50 milhões de homens e mulheres analfabetos funcionais que o Brasil possui. “Não se faz educação de qualidade num ambiente adverso”, afirma.

Para o palestrante, por todos esses motivos não há porque se assustar frente aos resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e de outras avaliações de ensino. “Temos um Brasil rico que reserva somente 944 dólares anuais para o investimento escolar dos jovens. Exatamente por isso, 70% dos alunos concluintes do ensino médio, só em São Paulo, possuem nível muito baixo de conhecimento em matemática”, exemplifica.

Em relação à tecnologia nas escolas, o especialista cita uma recente pesquisa que conclui que computador nas escolas não significa aquisição de aprendizado. “E o dado não me surpreende, pois é fato que não há nas escolas projetos educacionais que envolvam o computador, pelo simples fato de que os professores nunca foram preparados para utilizar tal ferramenta“, lembra.

Entretanto, Callegari acredita que o país vive um bom momento para se criar uma cultura de responsabilidade nacional em relação à educação. Tudo isso porque foi apresentado oficialmente, na última terça-feira (24/04), pelo governo federal, o Plano de Desenvolvimento da Educação. Ele lembra que o plano tem como um dos focos enfrentar o problema de que apenas 13% das crianças entre 3 e 5 anos freqüentam a educação infantil. “De todos os determinantes de crescimento para uma pessoa, uma das coisas é ter frequentado a escola, principalmente a educação infantil. Apoiar o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) é uma das chances de tirar a educação do atual quadro de subdesenvolvimento crônico”, acha.

O especialista afirma ainda que a Educação de Jovens e Adultos (EJA) é o maior exemplo de fracasso na educação. De 100 matriculados no curso, menos de 50 chegam ao final do primeiro semestre. “Esses homens e mulheres que não tiveram oportunidades anteriormente, são recebidos por professores primários treinados para alfabetizarem crianças. Em questão de estrutura, contam com salas de aula com carteiras infantis em que eles nem cabem. Além disso, é totalmente desconsiderada a riqueza de conhecimentos que cada um deles adquiriu durante toda a vida. Os projetos de aula devem ir de encontro às vivências passadas junto ao cotidiano“, defende.

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Professor: remuneração para atividades on line- RJ

Depois de muitos anos lutando apenas para manter as cláusulas sociais existentes, o Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro (Sinpro-Rio) conseguiu um novo ganho para os professores. No acordo deste ano, a entidade sindical obteve a regulamentação da “Educação On line” — uma adaptação da legislação ao uso das tecnologias no setor educacional.

De acordo com o professor Wanderley Quêdo, secretário-geral do sindicato, docentes que são obrigados a prestar atendimento ao aluno pela internet (em “chats”, aulas de apoio “on line” ou esclarecimento de dúvidas, entre outros serviços) terão o direito de receber a remuneração similar ao valor da hora/aula paga pela instituição.

“Vamos criar uma cláusula nova: a ‘Educação On line’. Trata-se da regulamentação do trabalho extra-classe que o professor realiza pela internet. Isso valerá para escola que exija esse tipo de tarefa do professor. Nesse caso, os docentes deverão ganhar o valor correspondente ao da hora-aula paga pela instituição”, explicou o secretário-geral do Sinpro-Rio.

Para ter validade, no entanto, a proposta — assim como o restante do acordo da Educação Básica para este ano — precisa ser ratificada pela assembléia do sindicato patronal (Sinepe-Rio). “A redação definitiva ainda será acertada pelos advogados de ambos os sindicatos. Acredito que esta deve ser a primeira regulamentação deste tipo na educação básica em todo o país. Não tenho conhecimento de outra legislação similar”, completou o professor Wanderley Quêdo.
Fonte> Folha Dirigida

Que tal os sindicatos dos outros Estados também se mobilizarem?

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SP: professores protestam na avenida Paulista

Cerca de 1,7 mil pessoas ocuparam a Avenida Paulista na tarde desta terça-feira para protestarem a favor dos professores da rede estadual. Os professores se reuniram no começo desta tarde em frente ao Masp. Após assembléia, eles decidiram que, se não receberem nenhuma proposta de reajuste salarial até o próximo dia 10 de maio, entrarão em greve.

Terminada a assembléia, os manifestantes seguiram em passeata rumo à Assembléia Legislativa, no Ibirapuera, zona sul de São Paulo. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo, o grupo saiu às 14h do vão do Masp, no sentido Consolação, e atravessou a avenida, chegando a bloquear o trânsito nos dois sentidos da via.

Os professores exigem aumento retroativo a março do ano passado. Eles querem que o piso da categoria seja equiparado ao do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) que, em março passado, ficou em R$ 1.620,89, segundo o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp). Hoje, o piso da categoria é de R$ 688.

Redação Terra

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Inclusão

SP: Na Justiça, mães cobram intérprete para alunos surdos

Um grupo de mães de crianças surdas se juntou à comerciante Paula Cristina Martelato, 38, em uma ação na Justiça de Marília contra o Estado de São Paulo, para reivindicar intérpretes em libras (língua brasileira de sinais) nas salas de aula.
Folha de São Paulo
Veja também:
Curso superior especial deve começar em 2007, afirma MEC (Folha de São Paulo).

Está mesmo na hora da população começar a se movimentar e não ficar parada esperando as coisas acontecerem!

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