Arquivo de 16 de Abril de 2007

Ótimos artigos!

O valor educacional dos jogos em grupo na Educação Infantil

Alunos com necessidades especiais e a presença da mãe na sala de aula

Jacques Derrida: um breve resumo de vida

Uso proveitoso de ferramentas de Sistemas de Informação em Instituições educacionais

Mapa do processo de Auto-Avaliação Institucional (sintetizado)

Pedagogos, Pedagogia e Educação: rápida síntese conceitual

Entrevista da Prof. Ms. Joana Maria R. Di Santo sobre o tema Mudança de Escola, concedida à Jornalista Marcela Farras, do site Guia da Semana

A construção de um projeto pedagógico específico para uma escola

E muitos outros para você manter-se sempre atualizado.

Aguardamos sua visita!

Comentários

Autores que colaboraram com artigos no CRE

Comentários

Antonio Rosa Filho leu o artigo: Reprovação:Não e comenta

Gostei muito do artigo do Prfessor Vitor, pois é exatamente ssim que penso a educação. Desde que iniciei minha carreira docente tenho “enfrentado ” o sistema ao dizer não à reprovação. Saber que alguém tão instruído como o Professor Vitor apoia minha teoria, de que com afetividade podemos estimular o desejo do aluno em estar em sala de aula , não pela obrigação de estudar imposta pelos pais,mercado de trabalho ou qualquer outra imposição social, mas pelo prazer deaprender “coisas novas” ao lado de um professor que seja mis amigo do que “grande sábio” detentor do saber,que será capaz de julgar seu desempenho discente por bases excludentes. Tenho percebido que o fato de nunca ter reprovado nenhum aluno em meu trabalho mostrou-se justificado, pois o sucesso acadêmico daqueles alunos considerados “problema” e pelo baixo rendimento “dignos” de reprovação têm surpreedido até os mais céticos e tradicionais professores. Tenho visto meus alunos aprovados nos mais diversos cusrsos superiores e técnicos inclusive federais ,os quais apresentam maior concorrência,penas para citar alguns aspectos observdos,já que,apaixonaado por eles ficaria horas defendendo-os e a minha prática pedagógica. Obrigado Professor Vitor por ser difernte tenho certeza que seus alunos têm-no em máximo grau de respeito, carinho e admiração. Gostaria de receber mais orientações que me apoem e que me auxiliem na elaborção de uma tese de mestado, pois é preciso mais do que coragem para que a voz do “rebelde” seja ouvida.

Comentários (1)

Albertina Külhkamp Zeferino leu Vygotsky e a Educação e comenta:

Segundo o texto ” Assim, a escola é o lugar onde a intervenção pedagógica intencional desencadeia o processo ensino-aprendizagem.
O professor tem o papel explícito de interferir no processo, diferentemente de situações informais nas quais a criança aprende por imersão em um ambiente cultural. Portanto, é papel do docente provocar avanços nos alunos e isso se torna possível com sua interferência na zona proximal”. acredito que a intervenção pedagógica não é apenas o que o professor faz durante as atividades, enquanto que os alunos trabalham, mas também as decisões que toma antes e depois, em função do seu conhecimento sobre o que eles sabem e de suas observações sobre como procedem ao realizar as tarefas.
É importante considerar que a problematização é um dos mais relevantes tipos de intervenção, do ponto de vista pedagógico. Nesse tipo de situação, a atitude do professor é fundamental. A intervenção direta do professor durante as atividades, evidentemente, é condição para que os alunos avancem em sue conhecimentos. Entretanto , também a atividade proposta deve ser, em si, portadora de desafios: deve colocar um problema real de forma que, para tentar solucioná-lo, os alunos mobilizem tudo que já sabem sobre aquele conteúdo. sendo assim, não basta que a atividade seja interessante: ela precisa favorecer a construção e a utilização de conhecimentos. quanto mais a atividade estiver adequada ás necessidades de aprendizagem, e quanto mais criteriosamente planejados forem os agrupamentos, maiores serão as possibilidades de os alunos envoluírem em seu processo de aprendizagem, mesmo se não puderem contar a todo instante com a intervenção dirteta do professor.

Comentários

joao paulo comenta sobre o site:

horrivel, pior assunto que eu ja vi. eu fechava esse site.

Comentários

vera (verathan@ig.com.br) leu sobre Projetos e pede:

Eu, sou professora de séries iniciais pedagoga, e atulamente estou trabalhando em uma escola que trabalha com projetos dentro da teoria de ferndo hernndez, e tenho necessidade de entender esta proposta.Gostaria de receber e compartilhar minhas curiosidades com educadores atuantes ou não.

Vamos colaborar com ela?

Comentários

Djanira Pereira da Silva comenta sobre o artigo:Vocês tem que aprovar o meu filho!

Reprovar por que? A escola precisa ter um olhar diferente em relação ao ser individual na prática “humana e coletiva” não existe matéria mais ou menos importante, mas existem perdas significativas não somente para o processo ensino-aprendizagem, como também para a sociedade. Nenhum! Vivemos numa sociedade que impõe padrões e que nos faz exigências sociais e uma criança fracassada também se tornará adulto fracassado, com isso perde a sociedade.Não obtendo sucesso sai da escola e vai para onde? Para um mundo o qual também não lhe aceitará porque sem estudo como diz o ditado popular “não se consegue chegar a lugar algum”. O fracasso escolar vai além da sala de aula, pois, o individuo quando se sente fracassado em algo ou alguma coisa procura alternativa na sua vida para sair daquele estado que o está reprimindo, sendo assim, a criança quando se sente inferiorizada, não consegue avançar na escola procura uma saída e a alternativa é de conformismo do seu estado. Se a criança não se interesse por algumas matérias ela deve ser estimulada a gostar. Portanto não é a criança que deve refazer seus conceitos e sim os seus professores!

Comentários

Dorva Saibel leu : Disciplina na escola e comenta:

Achei muito proveitoso o artigo. Talvez por precaução da autora e além dos propósitos por ela definidos, o artigo não apresenta a interferencia nefasta dos dirigentes das escola que se impoem mediante uso de poder e outros instrumentos ameaçadores provocadores de insatisfações e intolerancias nos alunos.

Comentários

Ilza Brisola, leu o artigo: o conhecimento no construtivismo e comenta:

Apartir dos estudos da psicogênese da língua escrita, hoje sabemos que para a criança aprender a ler e a escrever, ela passa por um processo de construção do conhecimento. Ela elabora hipóteses que vão acompanhar por algum tempo, até se apropriar da escrita convencional.O professor tem que conhecer, saber o que o aluno sabe sobre a escrita para poder ajudá-lo a avançar na aprendizagem da escrita e da leitura. Prôpor atividades desafiadoras, que levem o aluno a pensar em como se faz, realizando sempre intervenções que possibilitem a criança a refletir.Gostei do texto, pois está de acordo com a concepção de ensino no qual trabalho.

Comentários (1)

Alessandra Abreu, leu o artigo: A aprendizagem da leitura e escrita e pede:

Faço o curso de Pegagogia e sempre pesquiso sobre a linguagem da criança, por favor quem tiver alguns artigos gostaria que enviasse para mim!! Ficarei muito feliz,
Obrigada!

Comentários

« Publicações anteriores ·