Arquivo de Setembro de 2006

Campanha pela Ética, vamos participar?

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Blogagem pela Ética

A idéia foi do Caminhar, mas eu tomei conhecimento no Lino Resende e estou ajudando na divulgação.

No dia 25 de setembro, segunda-feira, este e outros blogs espalhados pelo Brasil estarão fazendo postagem sobre ética. No meu caso, voltada mais para a educação e a política.

O objetivo é dar uma contribuição para que, em 01 de outubro, elejamos gente comprometida com a ética, com a honestidade, com a lisura e disposta a tratar a coisa pública - que é nossa - como tal. E não como propriedade sua.

Vamos todos mostrar que nos importamos, que queremos ética, não só na política, mas em tudo, e que não aceitamos mais políticos desonestos e ladrões.

Se cada um der uma pequena contribuição, na soma ela será enorme. E certamente vai influenciar pessoas a adotarem a mesma postura.

Vamos participar. Se você tem um blog, adira à blogagem coletiva.

Se não tem, divulgue a blogagem e espalhe a idéia de que ter ética é bom.

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Inclusão

SP: Na Justiça, mães cobram intérprete para alunos surdos

Um grupo de mães de crianças surdas se juntou à comerciante Paula Cristina Martelato, 38, em uma ação na Justiça de Marília contra o Estado de São Paulo, para reivindicar intérpretes em libras (língua brasileira de sinais) nas salas de aula.
Folha de São Paulo
Veja também:
Curso superior especial deve começar em 2007, afirma MEC (Folha de São Paulo).

Está mesmo na hora da população começar a se movimentar e não ficar parada esperando as coisas acontecerem!

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53% dos formados no país trabalham em outras áreas

Está no Folha Online de hoje:
Todo ano, milhões de jovens brasileiros se deparam com a difícil escolha de uma carreira ao se inscreverem num vestibular. O que poucos sabem, no entanto, é que muitos provavelmente trabalharão numa área que pouco ou nada tem a ver com o curso escolhido, como mostra um estudo feito pelo instituto de pesquisa Observatório Universitário.

Ao comparar, a partir dos microdados do Censo do IBGE de 2000, a profissão de 3,5 milhões de trabalhadores formados em 21 áreas diferentes, os pesquisadores descobriram que a maioria deles, mais precisamente 53%, está hoje numa profissão distinta daquela para a qual se preparou. A situação varia conforme a carreira. Em enfermagem, o índice é de 84%. Em geografia, é de só 1%.

Na avaliação de Nunes, coordenador do observatório e presidente do Conselho Nacional de Educação, isso ocorre porque o Brasil escolheu “o pior dos mundos” na elaboração de seu modelo de ensino.

“O Brasil oferece uma educação secundária de péssima qualidade e uma profissional muito precoce, o que faz com que nossos filhos tenham sua vida de estudantes secundários pautada por vestibulares. Meninos de 16 anos já têm que começar a decidir se vão ser médicos ou advogados, o que faz com que deixem de ter uma formação e passem a se preocupar com uma angústia. Muitos serão profissionais frustrados.”

Nunes defende a tese de que o objetivo maior do ensino superior é preparar pessoas competentes e com formação sólida o suficiente para dominar linguagens que as permitam aprender qualquer profissão.

O que é mais triste é que estamos em época dos vestibulares. Quantos jovens estão escolhendo carreiras nas quais não irão trabalhar? Ou pior, escolhendo pelo valor de mercado da profissão hoje, o que com certeza mudará amanhã. E, tome mais frustação, mais sentimento de perda de auto- estima…..
É algo para se pensar…….

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Dicas Interessantes: encontrei na net!

Atividade utilizando objeto de aprendizagem:

Projeto “Afunda ou flutua?”

Série: 5ª série

Item curricular – Água – Flutuação dos corpos

ROTEIRO DO PROFESSOR

Introdução

A intenção deste objeto de aprendizagem é introduzir o estudante como forma de apoiar a aprendizagem. Através da atividade proposta, poderemos aguçar a curiosidade do aluno e instigar a sua intuição de modo a facilitar a construção de conceitos sobre o tema.

Conheça o restante do Projeto em: Projeto “Afunda ou Flutua?

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Avaliação para que?

Cláudia Patrícia Silveira Sales, comentando o artigo: Avaliação para que?, escreve:
“Essa questão dsa avaliação é complicada, pois os grandes estudiosos da educação escrevem uma coisa mas para por em prática é complicado, pois temos regras e normas a cumprir, cada escola possui um regimento e uma forma de avaliar, nós professores somos cobrados o tempo todo pelas notas, simplesmente os alunos viraram meramente números e isso é triste e desanimador”.

Aguardamos comentários!

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O conhecimento no construtivismo

Joilma Trindade comenta o texto “O conhecimento no construtivismo”, publicado no site do CRE.
“Essa teoria proposta por Piaget não funciona com todos alunos. Por isso não concordo com essa forma de ensino. Alguns aprendem, outros ficam confusos.
Digo isso porque tenho dois filhos e os acompanho de perto. Uma teve um convívio com essa teoria e já está na 2ª série, o outro em processo de alfabetização está enfrentando muita dificuldade. Coloquei-o, agora, numa escola de ensino tradicional e ele já responde, em apenas duas semanas, com grande diferença.”

Caros colegas

A mãe que escreveu o comentário acima, parece ter concluído que o ensino tradicional apresenta melhores resultados do que um ensino baseado em teorias piagetianas, apesar de acreditar que ela funciona com alguns alunos.
Qual a opinião de vocês?
Será que os princípios da teoria de Piaget estavam sendo aplicados corretamente?
Será que podemos afirmar ser o ensino tradicional o melhor para todos os alunos?

Colegas, posicionem-se!

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