Arquivo de 6 de Maio de 2006

Progressão continuada

Caros educadores e afins, peço encarecidamente algumas referências
bibliográficas sobre progressão continuada, pois pretendo abordar este
assunto em meu TCC e estou tendo dificuldades de encontrá-las.
Até então, muito obrigado pela atenção tida com minha pessoa.
Fabiano , estudante do curso de matemática da UNINOVE. São
Paulo-SP

Quem poderia ajudar o colega Fabiano, em sua pesquisa bibliográfica?
Este assunto é muito importante, especialmente em função da classificação de nosso país em exames mundiais.

Você pode ler o artigo Progressão Continuada.

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Ministro diz que MEC não indicará método pedagógico

ANTÔNIO GOIS
enviado especial da Folha de S.Paulo a Brasília

O ministro Fernando Haddad disse ontem, ao participar de seminário sobre alfabetização no Ministério da Educação, que a pasta não indicará oficialmente nenhum método pedagógico para esse fim. Para ele, o papel do MEC é levar aos professores e gestores essa discussão para que eles tomem suas decisões.

O debate acadêmico sobre o melhor método, cujos extremos no Brasil são os defensores do método fônico e das propostas construtivistas, ganhou novo fôlego quando o ministério anunciou em fevereiro que iria fazer uma revisão dos parâmetros curriculares nacionais por causa da ampliação do ensino fundamental de oito para nove anos.

“O MEC não pode e não vai dizer que método deve ser implementado pelas escolas públicas. O que queremos é, sem dogmatismos, qualificar o debate, que já vem acontecendo em vários países”, disse Haddad.

O método fônico é o priorizado em vários países desenvolvidos e sua ênfase é no ensino da relação entre letras e seus respectivos sons. Assim, o aluno aprende primeiro a codificar a letra para depois ler e escrever palavras e textos. No construtivismo, o caminho costuma ser inverso. O aluno primeiro tem acesso a textos que já façam parte de sua realidade para, a partir daí, formular suas próprias hipóteses sobre a função de cada letra e palavra no texto.

O objetivo do seminário foi fugir dessa polarização e apresentar diferentes perspectivas. O pesquisador da PUC do Rio Creso Franco mostrou dados preliminares de um projeto que acompanha alunos durante quatro anos.

Uma das primeiras conclusões desse estudo foi que o método adotado fez pouca diferença no aprendizado. Um dos itens que, até o momento, mais fizeram diferença foi a confiança do professor. Se ele acreditava que podia fazer alguma diferença para aquela turma, seus resultados eram melhores se comparados com aqueles que achavam que pouco podiam fazer.

A professora da Unesp Maria Mortatti fez uma apresentação sobre a história dos métodos de alfabetização. Ela mostrou que desde o final do século 19 os gestores vêm debatendo o mais eficaz para combater o fracasso escolar.

A psicóloga e antropóloga Elvira de Souza Lima defendeu que a escrita e a leitura são habilidades aprendidas de forma separada, mas que é preciso, desde cedo, estimular o aluno a trabalhar com essas duas características.

Prof. Ms. Joana Maria R. Di Santo

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Pedido de sugestão

A professora Flora coloca: olá… eu acredito no ensino construtivista e estou a procura deste ensino que muitas dizem ter, mas que na verdade não possuem mais. Você tem alguma sugestão?

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